Dra. Gisele Sant'Ana Lemos - Psicólogo Clínico - Marcar consulta aqui no site


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Palestra Masculinidades no Contexto de globalização UERJ Instituto de Medicina Social
31Out2011 19:14:11
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Revista Barra Legal
29Out2011 17:10:30
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 Amigos, saiu a Revista Barra Legal do Mês: Número 12

Leiam no link a página 23 escrevo sobre os "Contos da Vida e Contos de fada", educação para crianças e jovens.

http://www.revistabarralegal.com.br/revista.php

As matérias sobre o Jardim Botânico, Bienal do Livro, Barra Sustentável e Grandes Autores Cariocas, imperdíveis. Até a próxima!

Abraços,

Gisele S Lemos



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Os homens gostam de mulheres submissas? - Ainda isso?
04Out2011 13:15:10
Publicado por: Diana Balis

 Os homens gostam de mulheres submissas? - Ainda isso?

Ontem refleti sobre o papel da mulher>

-No fundo, quando eles as odeiam, eles as expõem, e no fim, um pensamento obscuro e obsceno:

- Eu quero-te “fuder”...(Desculpem o linguajar, mas a vida é o amor, o sexo e o prazer).

É nitidamente claro o jeito como os homens cochicham ou falam de forma ofensiva em relação às mulheres que lhes enfrentam. 

E inclusive já vi jargões também parecidos nos meios políticos, faltam argumentos?

- Até as mulheres os copiam e repetem seus dizeres, como se nem fossem pertencentes ao grupo feminino.

Considero que no fundo de todas as coisas, as relações de trabalho são tão transpassadas pela instituição sexual e afetiva, com as projeções de papéis, como no núcleo familiar.

Outro dia li uma declaração de um Sr. homossexual assumido e bem resolvido, casado e morando atualmente nos EUA. Escreveu sobre o exagero dos jornais e da mídia brasileira, sobre o contexto pessoal e de como não considerava bem ter que ficar gritando por ai, sobre as suas preferências e os assuntos de sua intimidade como: eu sou homo! eu sou bi!, eu sou trans!, -E eu sou mulher!

E psicóloga, respeito à diversidade e as minorias, porém, continuo refletindo e me pergunto:

Somos mesmo exagerados em nossos contextos e sentimentos?

E as modificações de nossas atitudes e comportamentos? 

Ela realmente existe?

Damos conta da falta que nos faz o afeto e o amor vivido na tranqüilidade?

-Sem tantos jargões?

A falta de reflexão, com a desculpa da falta de tempo, as mudanças de nossos atuais papéis sociais, as constantes mutações, uma família que educa seus filhos hoje tem que ter estrutura ou conhecimento, o que é certo ou errado no contexto atual?

Ou sem saber quais os conceitos que pretendemos defender ou aceitar?

Devemos respeitar as mudanças, às diferenças, mas com certeza, com calma. 

A vida e os comportamentos mudam e se adaptam as novas descobertas. 

Com certeza o que minha avó pensava ontem, pode ter muito valor com as questões da sua ética, educação e o respeito pelos mais humildes e idosos.  Mas a cordialidade sempre pode existir e a paciência. 

O que hoje já está sendo mudado, com uma pressa sem sentido, em termos do tempo para a “Gentileza”em nossas mentes, o pensamento do “Bem” e no fim, a representação do ontem com pressa, precisamos viver sem stress, com a transformação do mundo em suas recentes descobertas...Calma.

Incluindo outras culturas, o avanço tecnológico e da saúde.  Vamos valorizar a nossa cultura indígena como um patrimônio. 

Vamos informatizar nossos conteúdos, mas viver a relação real, sem pressa e com harmonia necessária ao discernimento.  Está faltando tempo para o “Nadismo”.

Tantos os contextos e as histórias?!  Deixar o corpo caminhar e respirar ao parar sem ser a repetição.   Sou um ser singular, social, cultural e simples - sim, posso ser simples!

Assumir pensamentos e atitudes sociais, respeitar as diferenças e a diversidade, e dentre todos os contextos esmagadores de conceitos e intuições, respeitarem a nossa própria essência e cultura, sem a opressão a mulher.  O que é corpo, alma e espírito de luta.  Sempre fizemos da família um lugar de harmonia.  E o que nos fez lançar a mão dela?  E para hoje, termos uma lei que proíbam os homens de nos baterem?  Quando eles tinham esse direito? Quem delegou ao homem esse poder supremo de razão?

-Somos mulheres valorosas, e não precisamos só de bandas, pernas e coxas ou modelitos.

-Nós geramos nossa espécie! Nós geramos os homens e devemos educá-los!

Podemos ser antenadas e ligadas às mudanças sociais e as novas culturas.  Buscar as informações do mundo que precisamos para transformar os conceitos que não estão bons e fazermos da nossa vida também uma transformação pessoal.

Em suma mulheres, vamos parar e pensar?!

Uma tranqüilizadora família repleta de amor, com menos ansiedade, e com os papeis nem tão claros ou definidos, mas qual é e como está o lugar da mulher atual?

É corpo? É elegância? É modismo? É inteligência? É sedução? È profissionalismo?

È tudo isso considero. E eles que nos agüentem!

 

Gisele S Lemos, MULHER. Rio de Janeiro, 4 de outubro de 2011.



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